Psicodrama Transgeracional

Psicodrama Transgeracional

Psicodrama Transgeracional

Inscrição
psicodrama transgeracional

Sobre o workshop

Para os interessados em Psicodrama, o Psicodramatista Alberto Boarini estará presente no Porto, no dia 23 de abril, para ensinar o seu modelo internacionalmente reconhecido.
Introdução ao Psicodrama Transgeracional:
– Conexão com o psicodrama tradicional e outras terapias sistémicas. Teoria baseada em Roger Woolger e J.L. Moreno.
– Técnica 1 – As primeiras memórias familiares. Experiência em grupo com demonstrações.
– Psicodrama interno e as suas etapas.
– Prática entre alunos sob supervisão.
– Técnica 2 – Como procurar resíduos inacabados na história transgeracional, com supervisão.
– Dialogar com memórias e as cinco regras de ouro.

Inscrição no workshop

Horário do workshop das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.
Investimento 100€
Custo reduzido 85€ para estudantes de Psicodrama/Psicologia/internos de Psiquiatria)

Grupo Terapêutico Baseado em Psicodrama

Grupo Terapêutico Baseado em Psicodrama

Grupo Terapêutico Baseado em Psicodrama

Inscrição

Clara Pinho é médica psiquiatra e psicoterapeuta especialista em Psicoterapia Centrada, com desenvolvimento pessoal na modalidade de grupo de psicodrama, supervisão de grupos, psicoterapia de Grupo e Grupos Balint.

João Perestrelo é médico psiquiatra, psicoterapeuta e Director de Psicodrama pela Sociedade Portuguesa de Psicodrama.

Mariana Amorim é psicóloga clínica, psicoterapeuta e Diretor de Psicodrama pela Sociedade Portuguesa de Psicodrama.

O Psicodrama

O Psicodrama é uma forma de terapia individual ou em grupo, em que um dos elementos constituintes do grupo (protagonista) representa o passado, presente ou futuro, encarado como problemático. O “teatro dramático” é realizado com a ajuda de um terapeuta (o diretor) que se serve dos membros do grupo (público) ou terapeutas auxiliares (egos auxiliares), para assistir o protagonista no desenvolvimento da sua dramatização, montagem do cenário e desenvolvimento dos papéis. 

Para a realização da dramatização é necessário passar por três etapas. A primeira refere-se ao aquecimento, ou seja, ao conjunto de procedimentos que intervêm na seleção e preparação da pessoa para a ação. A dramatização é a segunda etapa do psicodrama e nela é representado aquilo que o protagonista traz para a sessão. Trata-se de concretizar em atos os pensamentos e as fantasias. Aqui revela-se a espontaneidade do protagonista, a capacidade que uma pessoa tem de se adaptar adequadamente a novas situações ou de dar respostas novas e adequadas a situações antigas. 
O exercício da espontaneidade enriquece o indivíduo, permitindo-lhe uma melhor adaptação ao ambiente, por livre vontade e sem imposições que limitem a sua personalidade.
A terceira e última etapa é a dos comentários. Nesta parte, solicita-se a opinião dos participantes (protagonista, egos auxiliares e membros do público) em relação à dramatização.