Desafios da Parentalidade

Desafios da Parentalidade

Desafios da Parentalidade

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Sessão gratuita

Os temas Parentalidade e Educação estão, cada vez mais, na ordem do dia. Se existia alguma relutância sobre a necessidade de (re)aprender para educar, os mais recentes desafios que o mundo enfrenta, que trouxeram mudanças a todos os níveis e acarretaram novos desafios a pais, cuidadores e profissionais, tornaram premente esta necessidade.

  • Porque é que o meu [email protected] tem comportamentos desafiantes? Como posso ajudar na resolução dos mesmos?
  • Que tipo de relação quero ter com o(s) meu(s) [email protected](s)? O que lhes quero transmitir?
  • Que mãe/pai/cuidador quero ser? Sob que valores me quero nortear?
  • O que é que realmente importa na educação de uma criança/jovem?

Estas são algumas das questões que abordaremos nesta sessão de orientação, à luz da Parentalidade Consciente.

A Parentalidade Consciente propõe-se ajudar a melhorar as relações entre pais e filhos, adultos e crianças/jovens. Construir relações saudáveis, fortes, de confiança, baseadas no respeito mútuo e responsabilidade pessoal. Para tal, é necessário conhecermo-nos, compreendermos o desenvolvimento global das crianças e jovens e (re)aprendermos a estabelecer laços afetivos e coesos, através da nossa comunicação.

Esperamos por si para esta viagem ao novo mundo da Parentalidade!

Sueli Simões Elisabete Gama é Facilitadora de Parentalidade Consciente e Coach, com formação em Neurofisiologia, Ciências do Sono e Terapia da Fala.

Sobre a Dra. Elisabete Gama

Facilitadora de Parentalidade Consciente desde 2018, certificada pela Academia de Parentalidade Consciente, fundada por Mikaela Ovén. Trabalha para a construção de relações mais autênticas, coesas e felizes entre pais e filhos, através da Comunicação Consciente e Não Violenta.
Colaborou ativamente como Consultora de Desenvolvimento Infantil e Terapeuta da Fala no Grupo de Fendas Labiopalatinas do Hospital Lusíadas Porto (Novembro 2012 a Abril de 2021) e, desde Novembro de 2020, mantém estas funções concomitantemente às de Coach Parental na plataforma online Atlas Lipicast – Informação, Orientação e Acompanhamento em Fenda Labiopalatina.

É licenciada em Neurofisiologia (2000-2004) e em Terapia da Fala (2006-2011) pela Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto (atual Escola Superior de Saúde do Porto). Pós-Graduada em Ciências do Sono (2005, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa), em Motricidade e Sensibilidade Orofacial e Disfagias Orofaríngeas (2012 e 2013 – Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa e EPAP).

O que é o Coaching Parental?

Trabalho focado nos desafios dos pais no exercício da sua parentalidade. Visa a identificação e compreensão desses desafios à luz da Parentalidade Consciente, identificando a(s) causa(s) do(s) problema(s) e auxiliando na resolução do(s) mesmo(s). O Coaching é uma das metodologias utilizadas permitindo, através do questionamento, o esclarecimento do(s) desafio(s) e todas as condicionantes envolventes, a identificação de obstáculos que impedem a sua resolução e encontrar as soluções que mais se adequam a cada caso. O foco da intervenção são as relações familiares, sendo que o trabalho incide na comunicação como veículo para a construção de relações mais autênticas, coesas e felizes.

Parentalidade Consciente – o que é? É um novo paradigma sobre o exercício da maternidade/paternidade, baseado nos estudos mais recentes das neurociências, que pretende facilitar a compreensão do desenvolvimento psico-emocional das crianças e jovens e, assim, auxiliar os pais a ultrapassar os desafios que sentem no relacionamento com os seus filhos. Mais do que um conjunto de regras para educar, a Parentalidade Consciente é um convite à reflexão dos pais, através da informação, do questionamento e da prática das atitudes de Mindfulness, para que estes possam, à luz do conhecimento, reencontrar o caminho para a construção da família que sempre desejaram ter.

Psicodrama Transgeracional

Psicodrama Transgeracional

Psicodrama Transgeracional

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psicodrama transgeracional

Sobre o workshop

Para os interessados em Psicodrama, o Psicodramatista Alberto Boarini estará presente no Porto, no dia 23 de abril, para ensinar o seu modelo internacionalmente reconhecido.
Introdução ao Psicodrama Transgeracional:
– Conexão com o psicodrama tradicional e outras terapias sistémicas. Teoria baseada em Roger Woolger e J.L. Moreno.
– Técnica 1 – As primeiras memórias familiares. Experiência em grupo com demonstrações.
– Psicodrama interno e as suas etapas.
– Prática entre alunos sob supervisão.
– Técnica 2 – Como procurar resíduos inacabados na história transgeracional, com supervisão.
– Dialogar com memórias e as cinco regras de ouro.

Inscrição no workshop

Horário do workshop das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.
Investimento 100€
Custo reduzido 85€ para estudantes de Psicodrama/Psicologia/internos de Psiquiatria)

Círculos Femininos – 13.º ritual Munay-Ki

Círculos Femininos – 13.º ritual Munay-Ki

Círculos Femininos – 13.º ritual Munay-Ki

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O interesse pelas questões ligadas ao feminino despertou cedo na sua vida.
Porque o ser humano é mais do que matéria e no sentido de ajudar outras mulheres a libertarem-se de dores ancestrais que, muitas vezes, carregam nas suas vidas, tornou-se “wombkeeper” – Four Winds Society e facilitadora de Círculos Femininos – Global Sisterhood.
É autora do livro de desenvolvimento pessoal, “A vida é o que fazemos dela”.
Mia Shala

Professora, Terapeuta, Facilitadora de Círculos Femininos, Palestrante e Escritora

Conceito

O espaço mensal exclusivamente feminino que a Ariadne, Grupos e Formações reserva, estará de volta a 19 de fevereiro.
Os “Círculos Femininos” são um local seguro de partilha. A sua beleza reside no facto de ser, para as mulheres, um espaço de intimidade onde poderá sentir-se ouvida, vista e em conexão com outras mulheres, fortalecendo-se e fortalecendo.
Mia Shala é facilitadora de Círculos Femininos pelo Global Sisterhood e o seu interesse pelas questões ligadas ao feminino despertou muito cedo na sua vida.

Programa

Acolhimento
Ritual de Purificação
O Ritual do útero: origem e propósito
Meditação
Transmissão do Ritual
Oferenda
Como nutrir o ritual
Círculo de enraizamento

Data de realização

19 fevereiro de 2022 das 15h às 17h30

Material necessário

Roupa confortável, meias quentes, 1 Rosa, objeto para consagração (opcional)

Inscrições limitadas à capacidade de 10 mulheres

13º Ritual Munay-Ki
A Benção do Útero e a Re-Conexão Feminina

Este ritual transmitido a Marcela Lobos por um grupo de mulheres sábias da Amazónia é um convite a todas as mulheres que queiram promover o bem-estar do seu útero. Qualquer mulher, independentemente da idade, menstruada ou não, poderá receber a bênção do útero.
O 13º Ritual Munay Ki é uma transmissão energética que purifica e harmoniza a Mulher com a Mãe Terra e abre o caminho para o desenvolvimento da sua criatividade, amor, força, beleza e liberdade. Inserido no conjunto de rituais do Munay-Ki este ritual é uma transmissão energética de cura individual e da linhagem ancestral feminina de cada mulher.

A cerimónia de cura energética do útero é uma bênção para a mulher e para os outros, encerrando em si um grande poder de purificação e libertação. Através deste ritual libertam-se padrões, bloqueios e feridas passadas relacionadas com a ancestralidade e que continuam a influenciar os relacionamentos presentes. O 13º Ritual Munay Ki permite limpar traumas passados e criar uma nova frequência energética para o futuro.
Nesta cerimónia sagrada de cura energética do útero predomina o Amor e na partilha conjunta com outras mulheres cada uma liberta os seus medos e traumas individuais e geracionais.

O Ritual do Útero integra as iniciações Incas – Ritos Munay-Ki. Seguido dos 9 rituais Incas Munay-Ki, o 13º Ritual aparece em 10º lugar, mas em honra da energia feminina e do ciclo lunar foi batizado com o nome de 13º Ritual do Munay-Ki – Ritual do Útero. Não é necessário ter os 9 Rituais Incas Munay-Ki anteriores para fazer parte desta cerimónia sagrada.

A comunidade de mulheres que recebe e partilha o ritual expande-se pelo mundo. Depois de receber esta canalização energética pode-se transmitir o ritual dando continuidade à libertação da Dor de outras mulheres e promover a Cura individual, coletiva e da Mãe Terra.

Posso receber este ritual mesmo não tendo útero?

Mesmo não tendo útero físico, este órgão existe sob o ponto de vista energético. Ao participar neste ritual há uma reconexão com o útero energético permitindo deste modo o resgate da sabedoria e poder feminino.

Grupo Terapêutico Baseado em Psicodrama

Grupo Terapêutico Baseado em Psicodrama

Grupo Terapêutico Baseado em Psicodrama

Inscrição

Clara Pinho é médica psiquiatra e psicoterapeuta especialista em Psicoterapia Centrada, com desenvolvimento pessoal na modalidade de grupo de psicodrama, supervisão de grupos, psicoterapia de Grupo e Grupos Balint.

João Perestrelo é médico psiquiatra, psicoterapeuta e Director de Psicodrama pela Sociedade Portuguesa de Psicodrama.

Mariana Amorim é psicóloga clínica, psicoterapeuta e Diretor de Psicodrama pela Sociedade Portuguesa de Psicodrama.

O Psicodrama

O Psicodrama é uma forma de terapia individual ou em grupo, em que um dos elementos constituintes do grupo (protagonista) representa o passado, presente ou futuro, encarado como problemático. O “teatro dramático” é realizado com a ajuda de um terapeuta (o diretor) que se serve dos membros do grupo (público) ou terapeutas auxiliares (egos auxiliares), para assistir o protagonista no desenvolvimento da sua dramatização, montagem do cenário e desenvolvimento dos papéis. 

Para a realização da dramatização é necessário passar por três etapas. A primeira refere-se ao aquecimento, ou seja, ao conjunto de procedimentos que intervêm na seleção e preparação da pessoa para a ação. A dramatização é a segunda etapa do psicodrama e nela é representado aquilo que o protagonista traz para a sessão. Trata-se de concretizar em atos os pensamentos e as fantasias. Aqui revela-se a espontaneidade do protagonista, a capacidade que uma pessoa tem de se adaptar adequadamente a novas situações ou de dar respostas novas e adequadas a situações antigas. 
O exercício da espontaneidade enriquece o indivíduo, permitindo-lhe uma melhor adaptação ao ambiente, por livre vontade e sem imposições que limitem a sua personalidade.
A terceira e última etapa é a dos comentários. Nesta parte, solicita-se a opinião dos participantes (protagonista, egos auxiliares e membros do público) em relação à dramatização.